A agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (16) inclui entrevistas em podcasts, rádio e televisão, além de caravana, panfletagem e atos de campanha. Também estão previstas comícios, caminhadas e encontros com apoiadores em diferentes cidades. Edmilson Costa (PCB) Participa de caravana em Franca (SP) com as candidaturas do PCB. Notícias relacionadas: PRTB troca Marçal por Leonardo Avalanche na disputa à presidência. Flávio e PL lideram uso de conteúdos feitos por IA, diz observatório. Hertz Dias (PSTU) Panfletagem na sede da Companhia de Saneamento do Maranhão (Caema), em São Luís (MA). Flávio Bolsonaro (PL) Às 9h30, participa de motocarreata em Juazeiro do Norte (CE), com parada na Praça Padre Cícero às 10h25. Às 18h, participa de comício em Recife (PE). Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Participa do ato "Brasil Pronto pra Mais no DF",, na Praça do Trabalhador de Ceilândia (DF). Renan Santos (Missão) O candidato participa de carreata pelo Paraná. Às 8h30, passa por Londrina, às 12h30 por Maringá e às 18h30 por Cascavel. Romeu Zema (Novo) Entrevista ao Jornal da Record Ronaldo Caiado (PSD) Às 13h30, faz atendimento à imprensa no Restaurante Cantaloup, em São Paulo. Às 19h, concede entrevista, ao vivo, para o Flow Podcast, também em São Paulo. Samara Martins (UP) Participa de comício no calçadão de Canoas (RS) e de panfletagem no Hospital de Clínicas em Porto Alegre (RS). À tarde, faz comício no centro de Porto Alegre e caminhada pelo Centro Histórico e Cidade Baixa. Wilson Grassi (Democrata) Concede entrevista ao podcast Lima TV, em São Bernardo do Campo (SP). Augusto Cury (Avante) Participa do Flow Podcast em São Paulo (SP), ao vivo, às 15h. Os candidatos Clariana Barão (DC) e Rui Costa Pimenta (PCO) não têm agenda pública de campanha. Leonardo Avalanche (PRTB) não divulgou compromissos até o momento desta publicação. A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.
Cuando a Jacobo García, periodista de EL PAÍS, le preguntan por su experiencia en Latinoamérica, cuenta algunas anécdotas sobre Hugo Chávez o el presidente de El Salvador, Nayib Bukele, con las que salir del paso. Pero si de verdad le importa la conversación, te habla del Pajarito , un indigente de su calle en la Ciudad de México que una mañana apareció muerto y al que las autoridades iban a arrojar a una fosa común. Entonces, los vendedores ambulantes de la calle, tan pobres como Pajarito, reunieron dinero para comprarle un ataúd barato. Le encargaron al cura una misa, y el de los jugos, el zapatero, el taquero y la aparcacoches con su perro se colocaron frente al altar de la parroquia para despedirlo. Viridiana para describir las potentes redes invisibles que mueven un continente. Seguir leyendo
16 Sep 2026, 03:30 GMTBerna González Harbour,José Marcos García
Por décadas, la extrema derecha se ha mantenido a raya y sin acceso a los ejecutivos europeos gracias al cordón sanitario. Sin embargo, esta política de acuerdos entre partidos no parece contener el trasvase de votantes desencantados con las opciones tradicionales. La victoria de Alternativa para Alemania (AfD) en Sajonia-Anhalt el pasado 6 de septiembre consolida el avance de estas formaciones y, con elecciones en Francia, Italia, España y Polonia en 2027, conviene preguntarse si esta fórmula sigue siendo eficaz. Seguir leyendo
Ceuta vive una situación excepcional. Miles de personas entraron irregularmente y varios miles permanecen todavía en la ciudad, entre ellas numerosos menores. Durante estas semanas s e ha extendido el término “invasores”. Una invasión convierte inmediatamente a quien llega en enemigo y frente al enemigo desaparecen las obligaciones de solidaridad, solo caben mecanismos de defensa. Esa transformación semántica debería preocuparnos, porque una democracia empieza a deteriorarse cuando deja de ver personas y comienza a ver categorías amenazantes. Seguir leyendo
“Hasan Piker: Una mente progresista en un cuerpo MAGA”. Así definía The New York Times al streamer y comentarista político Hasan Piker (Nueva Jersey, 35 años) en una entrevista que subrayaba que sus exigentes rutinas de ejercicio (cuya figura es fruto de un antes y después de libro) se asemejan a las de los fitness influencers, cuya ideología tiende a virar hacia hacia lo conservador . Seguir leyendo
16 Sep 2026, 01:01 GMTIara Balduino - Repórter da Agência Brasil
O Brasil deve ampliar a regulação de plataformas digitais e a fiscalização do compartilhamento de conteúdos feitos com Inteligência Artificial. Foi o que defenderam as pesquisadoras Fernanda Rodrigues, diretora executiva do Instituto de Referência em Internet e Sociedade (IRIS) e Larissa Santiago, cofundadora da plataforma de comunicação independente Blogueiras Negras. Durante o webinário Tecnologias, IA e Eleições, promovido pela Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras nesta terça-feira (15), Fernanda Rodrigues chamou atenção para o funcionamento dos algoritmos de recomendação, que, segundo ela, fazem com que as plataformas determinem quais conteúdos serão apresentados aos usuários. “É preciso uma regulação mínima que assegure que as pessoas possam optar por não receber conteúdos padronizados e que assegure que os mecanismos de recomendação não tenham vieses discriminatórios”, disse. Inteligência Artificial Sobre a Inteligência Artificial, as pesquisadoras afirmaram que o desenvolvimento dessa tecnologia não tem sido pautado pelas demandas da sociedade e que as grandes empresas de tecnologia monopolizam o debate sobre o assunto. Larissa Santiago afirmou que, em comparação com outros países, o Brasil tem um bom sistema regulatório de IA. Mas que é preciso aumentar a fiscalização e, principalmente, a educação midiática. “As pessoas não conseguem entender a diferença entre uma pessoa real e uma pessoa criada pela IA. É preciso educar a população”, disse. IA nas eleições Ao citar o processo que levou ao impeachment da então presidenta Dilma Rousseff, Larissa Santiago mencionou a circulação de imagens e notícias distorcidas. O processo de impeachment ocorreu em 2016, antes da popularização das ferramentas atuais de inteligência artificial generativa. Larissa afirmou que a tecnologia de IA potencializa a violência política de gênero e raça com o uso de desinformação e deepfakes. “A gente viu isso com a presidenta Dilma. As imagens distorcidas, as notícias distorcidas, até chegar ao golpe”, disse.
A agenda dos candidatos à presidência da República nesta terça-feira (15) incluiu entrevistas e participação em podcasts, manifestações e atos políticos. >> Veja como foi o dia dos presidenciáveis: Ronaldo Caiado (PSD) O candidato Ronaldo Caiado cumpriu agenda na cidade de Aparecida de Goiânia (GO), onde fez comício de campanha. Notícias relacionadas: Em carta aos candidatos, Fenaj pede valorização dos jornalistas. Ciência ainda não foi lembrada na campanha eleitoral, diz SBPC. Campanha incentiva voto de quem tem mais de 70 anos. Nas redes sociais, Caiado disse que, se eleito, pretende implantar novos critérios para indicação de ministros do STF, como idade mínima de 60 anos, quarentena de quatro anos para voltar à profissão e de oito anos para disputar cargo político. Ele afirmou ainda que pretende indicar quatro mulheres para a Corte. Rui Costa Pimenta (PCO) O candidato Rui Costa Pimenta participou de programa na Rádio Causa Operária e concedeu entrevista ao Canal do Galo Preto. Samara Martins (UP) A candidata Samara Martins cumpriu agenda de campanha em Porto Alegre (RS). Na cidade, participou de café da manhã na Ocupação Sepé Tiaraju, próxima ao centro da cidade. Samara Martins também fez panfletagem no Restaurante Universitário da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e de ato em frente ao Ministério Público. Ela fez comício no centro de Gravataí (RS). Wilson Grassi (Democrata) O candidato não teve agenda pública de campanha. Augusto Cury (Avante) O candidato Augusto Cury esteve na Avenida Paulista, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), e participou da ação “Cury Fala, Brasil Escuta”, onde público relatou problemas ao candidato. Clariana Barão (DC) A candidata Clariana Barão passou o dia em Brasília. Em vídeo divulgado nas redes sociais, a candidata lamentou a crise no STF que, segundo ela, tira a atenção do debate eleitoral. Edmilson Costa (PCB) O candidato Edmilson Costa esteve nesta terça-feira (15), em Campinas (SP), onde realizou panfletagem no CAPS Reviver e no centro da cidade. Flávio Bolsonaro (PL) Em Fortaleza, o candidato Flávio Bolsonaro reuniu-se com aliados e participou de ato de campanha. Nas redes sociais, o candidato criticou a crise no STF e defendeu políticas na área de segurança pública e o fim da reeleição. Hertz Dias (PSTU) Em São Luís (MA), o candidato Hertz Dias reuniu-se com bancários da Caixa em greve e também com moradores na comunidade do Rio dos Cachorros, na zona rural da capital maranhense. Durante a visita aos bancários, o presidenciável defendeu que os bancos públicos sejam 100% estatais e sob controle dos trabalhadores. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) O candidato Luiz Inácio Lula da Silva concedeu entrevista ao Jornal da Record. Na entrevista, Lula disse que, se reeleito, pretende fazer uma segunda reforma no Judiciário, com mudança nos critérios de indicação para ministros. Segundo Lula, o Judiciário precisa dar o exemplo. Renan Santos (Missão) O candidato Renan Santos participou de gravação de Sabatina Rede TV! e sabatina no jornal Correio Braziliense . Nas redes sociais, o candidato criticou a decisão do ministro Kassio Nunes Marques de ter se declarado impedido de participar do julgamento sobre a possível abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. Romeu Zema (Novo) O candidato Romeu Zema participou de manifestação em frente ao STF, em Brasília. Ele defendeu que todos os citados ou com envolvimento com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, devem ser investigados, incluindo parentes de ministros do STF. A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética. * Colaboraram Douglas Corrêa (Rio de Janeiro), Luciano Nascimento (São Luís) e redação de São Paulo.
15 Sep 2026, 21:20 GMTMarcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) lançou, nesta terça-feira (15), duas cartas abertas para as candidaturas à presidência da República e ao Congresso Nacional. As cartas tratam dos pleitos da categoria, alertando para a precarização e retirada de direitos dos jornalistas no país e a necessidade de regulamentação das plataformas digitais. “O avanço das plataformas digitais, situadas majoritariamente nos Estados Unidos, e a utilização de recursos como a chamada ‘inteligência artificial’, desafiam a soberania brasileira e colocam em xeque o futuro da profissão jornalística, já que essas empresas se apropriam do conteúdo produzido por nossa categoria sem nenhum tipo de contrapartida financeira”, diz a Fenaj em uma das cartas. Notícias relacionadas: Assédio e sobrecarga ameaçam saúde mental de jornalistas, diz pesquisa. EBC promove capacitação sobre cobertura jornalística de feminicídios. “A utilização de conteúdo jornalístico por essas ferramentas deve não apenas assegurar transparência, mas remuneração justa a quem produziu a informação”, acrescenta. Entre as reivindicações da entidade, estão a aprovação do Piso Salarial Nacional e o combate à “pejotização”, que contrata pessoas físicas como se fossem empresas, e não lhes confere os direitos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). A Fenaj também defende a criação do Fundo Nacional de Apoio e Fomento ao Jornalismo (Funajor), que seria abastecido pela tributação das grandes plataformas multinacionais, para viabilizar a diversidade regional, comunitária e independente. Comunicação Pública Na carta aos candidatos ao cargo de presidente da República, a entidade defende o fortalecimento da Empresa Brasil de Comunicação como instrumento de garantir “conteúdos comprometidos com a cidadania e a democracia”. “A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) deve, portanto, ser um pilar fundamental para o sistema público de comunicação de nosso país, por meio do fortalecimento de sua autonomia editorial e da garantia de financiamento público adequado e permanente”. Lei Multimídia Aos candidatos a cargos no Congresso Nacional, a Fenaj pede a revogação da Lei do Multimídia. A lei, sancionada em janeiro de 2026, cria a figura de um profissional apto a exercer diversas funções, como criar, produzir e editar conteúdos, entre outras atribuições. “É um risco concreto para o futuro de nossa profissão, ao sobrepor uma série de funções historicamente regulamentadas para nossa categoria”, diz a entidade. Confira aqui a carta aos candidatos a presidente da República.
Podemos echa el resto en Madrid. El secretario de Organización y portavoz del partido, Pablo Fernández, ha anunciado este martes que se someterá a las primarias de su partido para ser el candidato al Ayuntamiento de la capital. Fernández, exprocurador en las Cortes de Castilla y León, hará así tándem con la líder de la formación, Ione Belarra, que se ha lanzado también a la carrera para la Presidencia de la Comunidad de Madrid . Podemos está fuera de ambas instituciones y la fortaleza actual de Más Madrid, una escisión de su propio partido que ha logrado implantarse estos últimos siete años en la región, complica su regreso tanto al Consistorio como a la Asamblea. Seguir leyendo
El presidente Donald Trump arremetió este martes, con varias aseveraciones infundadas, en contra del freno del Tribunal Supremo a su afán por limitar el voto por correo en las elecciones de mitad de período de noviembre . Seguir leyendo
15 Sep 2026, 11:46 GMTAlex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil
O debate público sobre os rumos do Brasil tem sido esvaziado por um modelo eleitoral distorcido, marcado pela ausência de propostas estruturais. É o que aponta a presidenta da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Samira de Castro. Em entrevista à Agência Brasil , ela argumenta que os problemas reais do país estão deixando de ser discutidos devido a dois principais fatores: a busca da grande mídia por audiência instantânea - e, na maioria dos casos, momentânea - e a adesão das candidaturas a uma lógica de marketing superficial. “Sofremos um processo violento de 'tiktokização' da campanha eleitoral. Tudo se resume à dancinha”, declarou Samira. Notícias relacionadas: Ciência ainda não foi lembrada na campanha eleitoral, diz SBPC. Campanha incentiva voto de quem tem mais de 70 anos. Crise institucional prejudica debate eleitoral, avaliam entidades. Ela acrescenta que, em tempos de atenção pulverizada e consumo superficial de notícias, poucos candidatos parecem dispostos a debater a sério os reais problemas do Brasil. Samira também destaca qual é o papel do jornalismo nas grandes crises, como a que enfrenta o Supremo Tribunal Federal (STF) e a importância de ir além nessa pauta. Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista exclusiva. Agência Brasil: A atual crise político-institucional, que envolve denúncias relacionadas ao caso Master, afeta o debate eleitoral? Samira de Castro: Sim. Ela já extrapolou o Poder Judiciário - envolvendo outras organizações, como a Polícia Federal - e está dominando o debate. O pior é que, a meu ver, ela continuará dominando o noticiário. Agência Brasil: Com a aproximação do primeiro turno [em 4 de outubro], você acha que a imprensa e a opinião pública vão encontrar uma forma mais equilibrada para seguir acompanhando e noticiando o caso e, ao mesmo tempo, estimular os candidatos a detalharem suas propostas e os demais problemas brasileiros? Samira de Castro: Sendo muito sincera, acho que não. Há um outro aspecto nisso tudo que preocupa a mim e à Fenaj, que é a questão do jornalismo declaratório, da superficialidade com que este e outros escândalos são tratados. Agência Brasil: De que maneira isso atrapalha o debate eleitoral e, no limite, impacta o curso normal das eleições? Samira de Castro: Primeiramente, o debate eleitoral fica prejudicado porque, no primeiro plano, as atenções se voltam todas para a crise institucional – que neste caso é [afeita ao] Poder Judiciário. Com isso, as pautas comuns dos períodos eleitorais, ou seja, a discussão das propostas dos candidatos, das demandas da sociedade civil e das pautas nacionais, ficam em segundo plano. Ainda que um ou outro veículo entreviste os candidatos ou tenha feito séries sobre os problemas reais do Brasil, isto fica em segundo plano diante do cenário de crise. Em parte, isso ocorre também por uma lógica própria da comunicação, que é a busca pela audiência, cuja atenção é mobilizada. O resultado é que a população não debate com profundidade os programas de governo e as candidaturas, nem em nível nacional nem estadual. O que, em última instância, prejudica a sociedade civil organizada, cujas proposições não são contempladas. Agência Brasil: Diante da gravidade da crise, isso poderia ser diferente? Como equacionar a necessária cobertura dos fatos e, ao mesmo tempo, garantir espaço para o debate dos problemas estruturais do país? Samira de Castro: Acho que a mídia precisa insistir na segunda agenda. É importante cobrir a crise do Poder Judiciário. Inclusive porque rende muita audiência – o que também é necessário. Mas a agenda própria aos debates políticos precisa de uma certa insistência; de uma visão de longo prazo que não se esgota apenas na eleição. Porque tanto a realidade nacional tem que ser o tempo todo informada à sociedade, como também os desafios futuros, sobretudo nos campos econômico, social e geopolítico, como a interferência dos Estados Unidos. Esses temas podem até não ser o assunto principal neste momento, mas têm que ser discutidos com fontes plurais e confiáveis, evitando vieses editoriais. É preciso ir além do jornalismo declaratório, do “quem disse o quê”, e buscar ouvir a população, que é afetada no dia a dia pela política. Agência Brasil: Toda crise política e institucional interessa ou beneficia a algum segmento e também cabe à imprensa deixar isto claro – mesmo sob risco de ser acusada de parcial? Samira de Castro: Acho que a imprensa vai ser cada vez mais desafiada nessas coberturas eleitorais. Não só pelas crises persistentes, mas por uma reflexão muito franca sobre qual é, de fato, nosso papel. É ficarmos só na repercussão de fatos que mobilizam determinados setores políticos e econômicos? Para um segmento do espectro político, interessa que a crise institucional seja coberta todo dia, com vazamentos seletivos, investigações direcionadas. É um projeto em disputa. O jornalismo tem que perceber seu papel nesse momento e agir com responsabilidade, cumprindo sua função social de compartilhar informação de relevante interesse público, capaz de gerar cidadania. Mas, ao contrário disso, muitos veículos de imprensa estão se guiando pela lógica de concorrer com as redes sociais, buscando uma atenção capaz de gerar engajamento momentâneo, mas sem discutir nada com profundidade, o que prejudica os esforços de veículos para se manterem relevantes. Além disso, é preciso reconhecer que houve um empobrecimento também das campanhas. Parece-me que estamos sofrendo um violento processo de "tiktokização" da campanha eleitoral. Você olha os perfis dos candidatos e tudo se resume a dancinha. É uma loucura. Poucos parecem debater a sério os reais problemas do Brasil. Agência Brasil: E quais são, a seu ver, os temas mais urgentes nestas eleições? Samira de Castro: Um deles certamente é a questão climática. Como as candidaturas enxergam as mudanças climáticas e suas consequências? Outra questão é como explorar nossas terras raras. Eu, particularmente, me interesso pela questão da atração de data centers, um tema bastante complicado e controverso. Enfim, há inúmeros temas na ordem do dia e sobre os quais não estamos vendo um debate aprofundado.
A agenda dos candidatos à presidência da República nesta terça-feira (15) inclui entrevistas e participação em podcasts, manifestações e atos políticos. Também estão previstos encontros com apoiadores, panfletagens, visitas a movimentos sociais, atividades em comunidades e participação em evento de campanha. Notícias relacionadas: Eleitores com deficiência têm até hoje para pedir transporte grátis . Campanha incentiva voto de quem tem mais de 70 anos. Augusto Cury (Avante) Participa da ação "Cury Fala, Brasil Escuta", na Avenida Paulista, em São Paulo (SP). Clariana Barão (DC) Participa dos podcasts Midiajur Cuiabá (MT) e O Empallador, de Várzea Grande (MT). Edmilson Costa (PCB) Em Campinas (SP), faz panfletagem no CAPS Reviver e no centro da cidade. À noite, acompanha o lançamento do documentário "Afrontosa", no Centro de Convivência Cultural. Flávio Bolsonaro (PL) Às 19h, em Fortaleza, participa do Bloco do 22 com candidatos da capital. Hertz Dias (PSTU) Em São Luís (MA), visita a greve dos bancários da Caixa e se reúne com apoiadores na comunidade do Rio dos Cachorros, na zona rural. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Concede entrevista ao Jornal da Record. Renan Santos (Missão) Às 14h, participa de gravação de Sabatina Rede TV!. Às 15h, tem sabatina no jornal Correio Braziliense. Ambos os compromissos ocorrem em Osasco (SP). Romeu Zema (Novo) Participa de manifestação em frente ao STF, em Brasília. Samara Martins (UP) Em Porto Alegre (RS), participa de café da manhã na Ocupação Sepé Tiaraju, de panfletagem no Restaurante Universitário da Ufrgs e de ato em frente ao Ministério Público. No fim da tarde, faz comício no centro de Gravataí (RS). Ronaldo Caiado (PSD) Em Aparecida de Goiânia (GO), concede entrevista coletiva e participa do encontro "Dia do 15". Rui Costa Pimenta (PCO) Às 13h, participa do programa Análise da 3ª , transmitido pela Rádio Causa Operária no YouTube. Às 20h, concede entrevista a Leandro Fortes, transmitida pelo Canal do Galo Preto. Wilson Grassi (Democrata) Às 9h, tem reunião com equipe de comunicação da campanha. Às 16h, participa de reunião com a equipe de marketing da campanha. A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.
“Las nuevas generaciones que hoy observan la política reciben una educación cívica compuesta de comportamientos iliberales y consignas que influirán sobre sus actitudes futuras. Una vez rotos los tabúes, resulta imposible recomponerlos: cuando los líderes actuales pasen de moda, es poco probable que los votantes, acostumbrados a las drogas duras del nacional-populismo , soliciten de nuevo la manzanilla de los partidos tradicionales. Pedirán algo nuevo y puede que todavía más fuerte”. En Los ingenieros del caos , Giuliano da Empoli retrató con precisión quirúrgica la materia gris que alimentó los proyectos ultras de los últimos años, un trabajo que todavía sirve de plantilla para diseccionar el comportamiento de las nuevas formulaciones de la extrema derecha que canibalizan el debate político. Y estas “drogas duras” ya se consumen de forma generalizada en Cataluña, territorio singular también en el despliegue de los discursos discriminatorios, porque avanzan dos marcas con lealtades nacionales distintas, Vox y Aliança Catalana . Doble ración ultra, plenamente normalizada, para agitar al electorado. Seguir leyendo
A mí me gusta observar a Irene Montero porque desde que se fue a Europa ha mejorado notoriamente. Sin ironía afirmo que su nuevo brillo especial me parece la demostración empírica de que la clase media existe. Esto es importante, porque la nueva izquierda defendía, con una cerrilidad nacida de la aversión al vocabulario PSOE, que ese estamento nunca existió: según ellos fue un ardid neoliberal para desunir a los trabajadores. Yo misma he sostenido durante mucho tiempo que tan obrera es una dependienta de Massimo Dutti como un operario de Compresores ABC S.A. de Eibar. Y aunque lo sigo pensando me resulta imposible negar que mil euros más en un salario —no digamos ya 7.000 que gana un eurodiputado— pueden reconfigurar por completo el horizonte y la calidad del sueño de una familia. No se equivoquen: paga mucho mejor cualquier fábrica vasca que una tienda multinacional de Amancio Ortega. Solo resulta iluso igualar a todos los asalariados, cuando en los barrios más humildes de las grandes ciudades el estipendio mínimo a veces no llega ni al SMI. Ahí las mujeres, que no compran jamás la alta gama de Inditex ni maquillajes de marca, convierten en cornucopias inauditas 20 euros de supermercados low cost . No pretendo inmiscuirme en la economía doméstica de una política corajuda que defiende todo aquello en lo que creo —la igualdad de género, la redistribución de la riqueza, los impuestos progresivos, el pacifismo, lo público— y a la que veneré el día que se encaró con aquella vieja que le reprochó haberse comprado un chalet: “Señora, con mi dinero hago lo que quiero”. Al revés. He admirado su titánica resistencia feminista en un parlamento lleno de machorros, frente a los que defendió a ultranza un concepto, el consentimiento, que escandalizó mucho hasta que en Bruselas le dieron todita la razón y ahora le alabo la valentía de dejar una posición bien pagada allí donde otros chupan indefinidamente. Solo confío en que cuando gane nos suba el sueldo a todos.
“Era claro como la luz que se había organizado una poderosa propaganda para dar la impresión de que el país se hallaba en un estado de anarquía […] Era como si en Estados Unidos, por ejemplo, todas las peleas, todas las muertes, todos los robos, crímenes, huelgas, no importa lo insignificante que fuesen, se anotaran y se publicaran en la primera página del The New York Times bajo el título permanente Desórdenes sociales en los Estados Unidos ”. Así explicaba Claude G. Bowers la estrategia de las derechas tras las elecciones de 1936. Embajador de Estados Unidos en España de 1933 a 1939, Bowers nos dejó en sus memorias un lúcido retrato de la Segunda República y la Guerra Civil . Según su análisis, el objetivo contrarrevolucionario era generar el enfrentamiento sin matices. Azuzar el miedo para que, ante la sensación de caos y colapso del Estado, la solución autoritaria pareciese la única viable. Seguir leyendo
Algo raro sucede con la IA: las empresas que la desarrollan nos dicen que nos va a aniquilar y no pasa nada . En cambio, la frutera de mi barrio debe andarse con cuidado: si sus aguacates estuvieran envenenados y causaran la muerte al vecindario, lo más probable es que acabara en la cárcel. Seguir leyendo
El Tribunal Supremo ha rechazado este lunes las restricciones que el presidente Donald Trump quiso imponer al voto por correo. La Corte ha respaldado la decisión de una jueza federal que bloqueó una orden ejecutiva del presidente, que ponía en riesgo el voto de millones de personas cuando faltan menos de dos meses para las elecciones de medio mandato (conocidas como midterms ) . Seguir leyendo